terça-feira, 10 de setembro de 2013

Quando existe interesse e vontade, tecnologia é só mais uma ferramenta para se alcançar o objetivo.

Tente,confie em você e acredite!!!!

  William Kamkwam nos inspira!


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Facebook para educadores: Utilize os recursos para se comunicar com estudantes e pais


Reconhecemos que como um educador, você esteja preocupado métodos apropriados de comunicação entre você e seus alunos. O post  “Facebook para educadores” vai falar sobre os recursos  das páginas e dos grupos do Facebook para se comunicar com os estudantes e pais.
Para quem conhece há pouco tempo o Facebook, isso pode parecer um pouco confuso. Aqui queremos facilitar a sua compreensão. Tudo ficará mais claro se você entender esses quatro recursos do Facebook:
• “Home” – Aqui se encontra o seu próprio Feed de Notícias, que inclui atualizações provenientes de seus amigos.
• “Perfil” – Mostra a foto, os interesses e outras informações sobre o dono da conta.
• “Grupos” – Trata-se de uma boa ferramenta para projetos. Os grupos podem ser fechados, abertos ou privados.
• “Páginas” – As páginas são espaços públicos para empresas e celebridades, entre outras coisas.


Explicaremos estes itens em ordem. O propósito não é analisar todo o Facebook, e sim mostrar como você pode usar grupos e páginas para se conectar com estudantes sem precisar “ser amigo” deles no Facebook.
Home no Facebook 
Quando você se loga no Facebook, a primeira coisa que você vê é a sua “homepage.” É nela que se encontra o seu feed de notícias, que é atualizado na maior parte pelos seus amigos.
A sua homepage no Facebook pertence exclusivamente a você. Cada pessoa vê um feed de notícias diferente em sua homepage. O feed de notícias é um fluxo permanente de atualizações, fotos, links e check-ins de seus amigos. Ele também mostra atualizações de páginas que você “curte” ou de grupos aos quais você pertence. Se você curte, por exemplo, a página da Blackboard Brasil (falaremos sobre páginas mais adiante), então atualizações provenientes da Blackboard Brasil entrarão no seu feed de notícias em sua homepage.
As pessoas que estão no Facebook passam boa parte do seu tempo navegando pela sua homepage, pois é nela que ficam reunidas todas as novas informações sobre seus amigos.
Perfil no Facebook 
O seu perfil é diferente da sua homepage. Quando você cria pela primeira vez uma conta no Facebook, você será instado a criar um perfil para si, com informações como a sua cidade natal, o seu nível educacional e o seu histórico profissional, de quais esportes você gosta e as suas músicas favoritas, bem como seus filmes e seriados preferidos. (Observe que o fornecimento dessas informações é opcional e que a disponibilidade delas para outras pessoas no Facebook depende das suas configurações de privacidade.)
O perfil é o que as outras pessoas veem no Facebook quando estão buscando por você. Quando você posta alguma coisa no Facebook, isso é adicionado ao seu perfil, de tal modo que as pessoas possam saber o que você está pensando, o que você está fazendo e como você está interagindo com outros amigos no Facebook.
Quando você se torna amigo de pessoas no Facebook, elas tipicamente obtêm acesso ao seu Perfil. E você, da mesma forma, também pode ver os Perfis delas.
A maioria dos educadores não deseja que os estudantes naveguem por seus perfis. Por quê? É que o seu perfil pode ter muitas informações pessoais a seu respeito, incluindo fotos postadas por outras pessoas. Pelas mesmas razões, a maioria dos educadores não procura navegar pelos Perfis de seus alunos. Trata-se de uma boa maneira de respeitar a privacidade dos estudantes – e de fazer com que os estudantes respeitem a sua privacidade.
Você não precisa “ficar amigo” de estudantes (ou dizer “sim” para solicitações de amizade da parte deles) para interagir no Facebook. Na verdade, encorajamos os professores para que estabeleçam grupos e páginas no Facebook para essas interações, o que explicaremos a seguir.
Grupos no Facebook
Os grupos no Facebook representam um espaço online onde as pessoas podem interagir e compartilhar coisas com os outros. Trata-se de uma ótima maneira para que os estudantes trabalhem em projetos cooperativos uns com os outros e com você. E repetindo, você não precisa ser amigo de alguém no Facebook para poder interagir com ele em um grupo.
Num âmbito educacional, sugerimos que você crie grupos que sejam “fechados”, e não “abertos”. Isso significa que, embora a lista de membros do grupo seja aberta, o conteúdo do grupo é privado, disponível apenas para seus membros. Isso ajuda a proteger a privacidade de seus alunos.
Quando o membro de um grupo posta alguma coisa no grupo, como um artigo, os outros membros receberão uma mensagem no Facebook ou uma mensagem de texto proveniente do Facebook com essa atualização. Por exemplo, você, enquanto professor, poderia postar uma questão de estudo para um grupo de projeto de aula. Todos os estudantes que fossem membros seriam notificados.
Encare isso como uma oportunidade para que você amplie o aprendizado para além das paredes da sala de aula tradicional. Quando você usa um grupo no Facebook para complementar aquilo que ensina na sala de aula, está proporcionando aos estudantes oportunidades de um aprendizado on-demand.
Lembre-se: A maiorias dos seus alunos já estão usando o Facebook em seus telefones celulares enquanto estão em casa ou andando de ônibus. Isso abre novas portas para o ensino e o aprendizado.

Páginas no Facebook
Em um ambiente educacional, acreditamos que a interação entre estudantes e professores deve ser aberta, transparente e segura. As páginas no Facebook são apropriadas para isso.
As páginas permitem que você interaja com um conjunto específico de outros membros do Facebook. Para um professor, isso pode incluir estudantes e seus pais. Uma página no Facebook é algo aberto ao público; qualquer um pode curtir a página e obter atualizações em seu feed de notícias a partir do administrador da página (neste caso, de você, o professor).
As páginas criam uma maneira fácil para que professores e alunos compartilhem links relevantes, como matérias de jornal, vídeos online ou feeds RSS provenientes do blog da sala de aula ou do website da sua escola. Páginas do Facebook também contam com recursos interativos, incluindo observações (que são como entradas em um blog) e comentários. Esses recursos de página permitem que você amplie o ensino além da sala de aula. Você pode, por exemplo, continuar uma discussão que teve início em aula.
De um lado, você pode criar uma página para a sua aula. De outro, você pode fazer com que os alunos curtam uma página que outros criaram. Quando você curte uma página, você passa a assiná-la para receber seus novos conteúdos.
Como você pode ver, as páginas podem abrir novas oportunidades para o ensino e o aprendizado. Assim como os grupos, o conteúdo das páginas pode alcançar os estudantes quando eles se encontram fora da sala de aula. A maioria dos jovens já está acessando o Facebook com seus telefones celulares quando estão longe da escola. Agora, a oportunidade didática pode alcançá-los onde eles moram e se divertem online.


 Fonte:Blackboard, acesso em 02/04/2013.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Professor é chave para o sucesso no uso de tecnologia na sala de aula

Programas do MEC focam na distribuição de ferramentas para docentes e cursos de formação para ajudá-los a adaptar tecnologias à rotina

O uso das tecnologias em sala de aula – considerado um caminho sem volta por especialistas em educação – depende essencialmente dos professores para dar certo. Por isso, eles se tornaram o grande alvo dos programas atuais do Ministério da Educação para promover o aproveitamento de ferramentas tecnológicas nas escolas.
Das primeiras experiências com a distribuição de laboratórios de informática à mudança de estratégia depois do projeto piloto do Um Computador por Aluno, a formação de professores para o tema não perdeu força. O Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo), que centraliza as estratégias do governo federal na área, capacitou 644.983 docentes desde 2008.
De acordo com o Ministério da Educação, todos os cursos solicitados por estados e municípios para capacitação de educadores para o uso de tecnologias em sala de aula continuam sendo financiados. Só este ano, a expectativa é de que 4,9 mil professores façam os cursos, ministrados em 845 Núcleos de Tecnologia Educacional estaduais.
As experiências – bem sucedidas ou não – mostraram que, se o professor não se apropriar das tecnologias e perceber os ganhos reais para a prática pedagógica com as ferramentas, elas se tornam apenas um amontoado de caixas nas escolas. Para o professor Gilberto Lacerda, do Departamento de Métodos e Técnicas da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), o professor é o ator central do processo de inserção das tecnologias na escola.
“Mesmo que todos os alunos tenham computadores, se o professor não é capaz de fazer uma relação educativa consistente do seu trabalho e as ferramentas, nada funciona. O professor é o elemento mais importante, porque ele é quem dá o sentido pedagógico às coisas. Qualquer recurso tecnológico tem de ser dominado por ele primeiro”, afirma o pesquisador.
Tablets para docentes
ALAN SAMPAIO/iG BRASILIA
Educadores que já receberam o tablets criticam a capacidade de armazenamento, a lentidão do sistema e a falta de conectividade do equipamento
Desde 2012, o MEC passou a investir em outra iniciativa para modernizar a sala de aula: os tablets. Os equipamentos portáteis, com tela de 7 ou 10 polegadas, têm visor multitoque, câmera e microfone embutidos e serão distribuídos para os professores. Quando chegam às mãos dos docentes, já estão carregados de materiais multimídia.
“Estamos distribuindo tecnologias que, integradas, podem facilitar o dia a dia do professor. O tablet dá acesso a conteúdos digitais e mobilidade”, garante a diretora de Formulação de Conteúdos Educacionais do MEC, Mônica Gardelli Franco. Junto com os tablets, a proposta prevê a entrega de lousas eletrônicas, que possam se comunicar com os equipamentos do professor, ou computadores e projetores.
Os primeiros professores a receber os tablets serão os do ensino médio. Até julho de 2013, o governo federal bancou 378 mil equipamentos e os estados adquiriram outros 347 mil. Só o MEC investiu R$ 115 milhões. Da mesma forma que no UCA, o ministério realizou um pregão nacional para ajudar estados e municípios interessados em espalhar os equipamentos para professores de outras etapas ou até para alunos a baratear custos com a aquisição.
Para participar da primeira leva de distribuição dos tablets financiados pelo governo federal, as redes de ensino precisavam contemplar escolas urbanas de ensino médio, ter internet banda larga, laboratório do Proinfo e rede sem fio (wi-fi). Os contratos são assinados pelas próprias empresas e as redes estaduais de ensino e o tempo de entrega depende disso.
Dados do ministério mostram que, no primeiro semestre, 275 mil tablets foram distribuídos às redes. Entre a compra e a entrega, é exigido um tempo para carregamento de materiais didáticos nos equipamentos e dispositivos de segurança. Além da formação já oferecida pelo Proinfo, a partir do segundo semestre, o MEC vai abrir um curso de especialização de 360 horas em Educação para Cultura Digital.
Dentro e fora da sala de aula
Uma pesquisa divulgada em maio deste ano pelo Comitê Gestor da Internet quebrou um dos grandes mitos ainda usados como argumento para explicar o pouco uso de tecnologias na sala de aula: a falta de conhecimento do professor. Segundo o estudo TIC Educação 2012, que entrevistou 1,5 mil professores de 856 escolas de todo o país, os docentes utilizam sim a internet em suas atividades diárias e reconhecem benefícios na utilização desses materiais.
Grande parte das dificuldades, reconhecidas pelos próprios professores e apontadas pelos pesquisadores, está na adaptação do uso das tecnologias às rotinas. “Professores são cidadãos de dois mundos: usam as tecnologias fora da escola, frequentam blogs, redes sociais e, dentro da escola, não sabem como usá-las de maneira pedagógica”, afirma Lacerda.
Na opinião de Marcelo Pinto de Assis, formador do Núcleo de Tecnologia Educacional de Taguatinga, no DF, responsável pela formação dos professores, seria importante ter coordenadores para auxiliar os docentes na elaboração de atividades em todas as escolas. “A aprendizagem e a utilização melhorariam muito”, diz.
Em um dia de formação de educadores da rede do DF, professores relataram ao iG que entendem a importância da tecnologia para “não fugir da realidade dos alunos”. Mas admitiram que ainda não veem quais as diferenças entre o notebook – que haviam recebido há pouco tempo – e os tablets no cotidiano escolar.
“Na sala, o tablet não funciona. A internet é lenta, ele é lento, não conseguimos baixar os aplicativos. O que ganhei está guardado, porque já tenho notebook. Não conheço ninguém que está usando em sala”, afirma a professora Ana Lúcia Bontempo, do Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte (CEMTN).

Lacerda critica a falta de disciplinas, ainda dentro dos cursos de graduação, que preparem os professores para esse novo mundo. Lacerda ressalta que, enquanto governos mudam políticas, distribuem diferentes tecnologias às escolas, os currículos dos cursos de graduação se mantém os mesmos.Falhas na formação
“Os professores em exercício não foram preparados para usar tecnologias digitais em sala e os que ainda estão na graduação também não estão sendo preparados. A educação continuada não resolve uma falha de formação inicial. As faculdades de educação das universidades deveriam ser verdadeiros laboratórios de inovação pedagógica”, critica.
Na pesquisa do Comitê, os professores entrevistados apontam as mesmas críticas. Apenas 44% deles disseram ter cursado alguma disciplina sobre uso do computador e internet e 79% afirmaram que o apoio para o desenvolvimento dessas habilidades vem de outros educadores e leitura. Quando há resistências dos docentes, os argumentos são a falta de tempo e o medo de eles terem menos conhecimento da ferramenta que os alunos.
Eliane Carneiro, coordenadora de mídias educacionais da Secretaria de Educação do Distrito Federal, conta que as formações oferecidas na rede são voluntárias. A proposta dos encontros, organizados pelos NTEs, é ajudar o professor a adaptar as ferramentas aos componentes curriculares.
Este ano, no DF, foram distribuídos 3.051 tablets para os professores do ensino médio. Para aproveitar todas as funcionalidades, Eliane reconhece que é preciso melhorar a infraestrutura das escolas, especialmente de internet, e adquirir telas interativas para as salas de aulas. “Há professores usando os equipamentos em sala, mas ainda é muito pessoal. Precisamos de mais tempo para colher resultados”, pondera Eliane.
Por Priscilla Borges , iG Brasília

sábado, 24 de agosto de 2013


A lição digital


Do computador à lousa digital, pesquisas inéditas mostram quando e como a tecnologia realmente funciona na escola.
PLUGADOS 
Alunos do 6º ano da Graded School, de São Paulo. Pesquisa em bancos de dados e vídeos para aprender sobre fotossíntese
Poucos segundos depois de bater o sinal que anunciava o início da aula de ciências, os alunos do 6º ano começaram a entrar na classe da professora Leika Procopiak, cada um carregando seu próprio laptop, trazido de casa. Ao se acomodar nas mesas, nenhum deles tirou da mochila um caderno ou um livro. Abriram seus computadores, conectaram-se à internet (sem fio e de alta velocidade) e estavam prontos para aprender a lição do dia: fotossíntese. “Cada dupla decide quais das atividades fará hoje”, disse ela, no início da aula.
Sem usar a lousa e movimentando-se pela sala, Leika passou os 80 minutos seguintes orientando pesquisas em bancos internacionais de dados on-line sobre fontes de energia. Ajudou a fazer simulações gráficas de como variações da luz e da temperatura podem afetar o resultado da fotossíntese. Corrigiu exercícios propostos a partir de vídeos a que os alunos assistiram em sites especializados na web. Depois, cada dupla de alunos produziu um relatório, compartilhado com os colegas e com a professora pelo serviço de arquivos on-line Google Docs. O sinal marcando o fim da aula bateu e nenhum caderno saíra das mochilas.
Essa aula aconteceu na Graded School, uma das melhores escolas de São Paulo. É o tipo de atividade com que sonham pais deslumbrados com a parafernália tecnológica que atualmente é alardeada por colégios particulares. Escolas que muitas vezes cobram mensalidades mais altas por isso. Há mais de 25 anos tenta-se comprovar a eficácia do uso da tecnologia no ensino. Mas depois de tanto tempo, e de tanto marketing, ainda resta a pergunta: usar tecnologia para ensinar faz os alunos aprender mais?

A resposta é sim. Dois estudos inéditos demonstram como a tecnologia ajudou a melhorar as notas de alunos da rede pública. A Fundação Carlos Chagas (FCC) acaba de concluir uma avaliação dos alunos de todas as escolas públicas do município de José de Freitas, no interior do Piauí, que desde o início de 2009 estudam com o apoio de lousas interativas, laptops individuais e softwares educativos. De acordo com o estudo, esses alunos melhoraram sua média de matemática em 8,3 pontos, enquanto os que não usaram a tecnologia avançaram apenas 0,2 ponto. O segundo estudo, da Unesco, braço das Nações Unidas para a educação, avaliou o desempenho de alunos de escolas públicas de Hortolândia, em São Paulo, que usaram salas de aula com lousa digital e um computador por aluno. O avanço foi de duas a sete vezes em relação aos colegas em salas de aula comuns.



O sucesso, porém, depende de como a tecnologia é usada. Não adianta trocar o caderno por notebook ou tablet sem ter estratégias e conteúdo para usá-los. Isso ficou claro em alguns fracassos no uso dos computadores. O Banco Mundial divulgou, no fim do ano passado, a avaliação de um programa do governo colombiano que distribuiu máquinas para 2 milhões de alunos. O impacto nas notas de espanhol e matemática foi próximo de zero. Em alguns casos, as notas até pioram depois da chegada dos aparelhos. Em 2007, uma pesquisa do Ministério da Educação do Brasil mostrou que alunos que estudaram, por três anos, em escolas com computador estavam pelo menos seis meses atrasados no aprendizado em relação aos outros. Em ambos os casos, os pesquisadores se limitaram a contar se havia computador na escola. Não avaliaram se as máquinas eram usadas para dar algum conteúdo, além dos cursos de processadores de texto e planilhas. 


É por isso que, nos países mais adiantados na implantação de tecnologia, a discussão hoje é como usar a tecnologia da melhor forma. Nos países ricos, a questão do acesso às máquinas foi superada. Cerca de 97% da rede pública americana tem um computador por aluno. Na Alemanha, mais de 30 mil escolas estão equipadas desde 2001. Mas, depois de tanto tempo usando computador na sala de aula, as estatísticas de aprendizado nacionais não melhoraram significativamente. A pergunta é como usar a tecnologia de um jeito diferente. A Inglaterra criou um departamento só para pesquisar e avaliar o uso inovador da tecnologia em sala de aula. Na Coreia do Sul, o governo percebeu que, sem um conteúdo curricular fortemente relacionado à tecnologia, ela teria pouco efeito. Começou a produzir novos materiais didáticos para os computadores. “Ainda tendemos a conceber o papel da tecnologia como algo a que basta o aluno ter acesso que as coisas vão melhorar”, afirma o americano Mark Weston, estrategista educacional da fábrica de computadores Dell. “Essa era a ideia há 30 anos, mas agora sabemos que também é preciso ter boas práticas de ensino.” 

Camila Guimarães. Com Letícia Sorg
Fonte: Revista Época

Para saber mais acesse:http://www.edutec.net.br/?secao=77439&categoria=120349&id_noticia=300925
Artigo publicado em http://www.edutec.net.br

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Como anda o  uso das tecnologias na sala de aula ? 



Uma das edições da pesquisa TIC Educação feitas neste ano, fez um balanço sobre a presença da tecnologia nas escolas. O levantamento foi realizado em 856 escolas públicas e privadas do Brasil e os resultados mostram como os educadores e os alunos têm se relacionado com a tecnologia em sala de aula:

Das escolas públicas incluídas na pesquisa, 99% possuem computador e 88% delas têm acesso à internet. Porém, apenas 7% das instituições possuem os computadores dentro da sala de aula.

Os resultados da pergunta “Para que os professores usam o computador?”, mostraram que 67% usam para praticar conteúdos expostos em aula e outros 49%, para aulas expositivas. Um dado que preocupou foi que a maior parte dos docentes recorre a outros educadores para obter apoio para o uso da tecnologia. Isso evidencia a falta de preparação dos professores para saberem usufruir das tecnologias como ferramenta de ensino.
A boa notícia é que mais professores estão começando a ter acesso a essas ferramentas, o que tende a aumentar cada vez mais. Os alunos também estão tendo maior acesso, são 62% dos estudantes de escolas públicas que possuem computador em casa, sendo que a maior parte deles aprendeu a usar sozinho. Esses dados nos mostram que as escolas estão adotando as tecnologias para auxiliar no aprendizado. O ponto principal que deve ser tratado com maior atenção é o treinamento dos professores para que saibam como aplicar suas atividades nos computadores, tablets, etc.

16/08/2013 - Publicado em Educação e Tecnologia - Extraído de Blackboard Brasil